Arquivo da categoria: escritório

Um projeto que foi uma “gostosura”

Por Juliana Assis

O escritório de Branding Espinafre Comunicadores, em Campinas/SP, nos convidou para participar de um projeto de transição de um restaurante que se desligava de uma franquia para montar sua própria marca, o Azedinho Doce, Açaí e outras gostosuras.

Com o desafio de levar a nova marca do papel para o ambiente físico, desenvolvemos um projeto completo de Reformulação de espaço e Design de Interiores que pudesse ser executado num curtíssimo espaço de tempo, mas à altura de todas as expectativas geradas pela marca.

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Arquitetura como ferramenta do Branding

Quando falamos em Branding (gestão estratégica de marcas) estamos falando em diversas ferramentas de criação que vão além do visual (nome, cores, logotipo), mas sim de construir uma empesa, com intenções, sensações e expectativas. E o mais interessante em todo esse processo é enxergar que a Arquitetura e o Design fazem parte dessas ferramentas técnicas e criativas. Assim, quando aplicamos a arquitetura dentro desse processo maior, não estamos falando apenas de mudar a cor das paredes para combinar com o logotipo ou de escolher uma peça que se adeque a um tema, mas sim de entender que a Arquitetura também é COMUNICAÇÃO.

A arquitetura dá a “primeira impressão” da empresa, cria uma expectativa ao consumidor sem perder o foco na história que a nova marca quer contar. Pensamos além da infra-estrutura de atendimento, da legislação, da acessibilidade, da circulação e da ergonomia. A arquitetura deve atrair o olhar, seduzir, emocionar e convencer a pessoa entrar e se sentir bem. E quando o cliente entra, a comunicação da arquitetura não para: o ambiente interno deve estar totalmente de acordo com a expectativa que criamos lá fora. Ou até superá-la.

E assim, baseados nas diretrizes que a nova marca trouxe, apostamos na história do Azedinho Doce: um espaço gastronômico baseado no Slowfood, que une paixão pelo bem comer com alimentos saudáveis em um espaço aconchegante, divertido e que incentiva as relações sociais, seja na criação do espaço kids, pelo conceito petfriendly ou simplesmente por ter substituído o wi-fi por jogos de tabuleiro.

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O que fizemos

Para este projeto, reformulamos a circulação dos funcionários, alteramos o tamanho e a posição do balcão caixa que nos permitiu criar uma estação de líquidos independente da cozinha, especialmente para bebidas, sucos e café italiano.

O antigo balcão caixa virou uma mesa alta em madeira de demolição com banquetas coloridas e iluminação focada. Logo atrás, aproveitamos uma parede inteira, antes em vidro para permitir a visão da cozinha, para criar uma enorme lousa que convida o cliente à interatividade do espaço com arte ao mesmo tempo que promove a comunicação dos produtos e promoções de uma forma criativa.

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O espaço ocioso próximo aos sanitários se transformou num espaço kids, criado com caixotes de madeira e baldes de alumínio para brinquedos e um carretel de fio como mesa. Os pufes coloridos, a pequena lousa exclusiva para a criançada e os móbiles no teto dão dinamismo à esse espaço – um dos mais disputados, segundo a proprietária.

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Os pallets na parede externa aos poucos se tornarão um jardim vertical, trazendo vida e flores para perto do asfalto. As cores fluorescentes da marca anterior foram substituídas por tons que trazem aconchego e diversão ao mesmo tempo. Brincamos com a iluminação e com materiais sustentáveis, com cores, adesivos e arte num projeto em que o tempo para execução era nosso maior vilão.

Projetamos um ambiente em que o cliente não precisa e nem queira ter pressa de ir embora. Criamos um espaço de gostosuras, sejam azedinhas ou doces, mas que transmite toda a alma dessa nova marca.

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Foi um prazer trabalhar em parceria com a Espinafre Comunicadores.

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Trabalhe em casa e seja feliz

Por Silvana Maria Rosso, na íntegra

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O número de profissionais que trabalham em casa vem aumentando dia a dia. Como consequência os espaços domésticos também estão se transformado para se adaptar: frequentemente um dos quartos é substituído pelo home office, cômodo cada vez mais comum nos projetos de novos imóveis, assim como na reforma de antigos.

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Adequando-se ao tamanho dos móveis e ao espaço disponível, “pode-se montar um home office inclusive no canto de um quarto ou sala”, afirmam as arquitetas Cris Paola e Dani Barella, da BP Arquitetura Design. Para que funcione bem, o escritório deve contar com um mínimo: bancada – com espaço para escrever, apoiar notebook, impressora e telefone – e uma cadeira ergonômica são suficientes para quem não possui muito espaço. Em um ambiente maior, são de grande utilidade, ainda, um gaveteiro para guardar material e uma prateleira para livros ou outros itens.

Para os arquitetos do escritório FGMF (Forte, Gimenes e Marcondes Ferraz) não há exatamente um tamanho mínimo para o home office. Porém, ressaltam a importância da ergonomia, de modo que uma pessoa possa trabalhar confortavelmente. Considerando que o local de trabalho esteja entre paredes, o mínimo seria um espaço de 2 m por 2 m, recomendam.

Os arquitetos também explicam que a mesa ou a bancada de trabalho deve ser apropriada para a permanência por algumas horas; os monitores e equipamento de computador precisam estar adequadamente instalados e em alturas corretas para o uso. É importante que a cadeira proporcione ao usuário uma postura correta e confortável. Por esse motivo, as reguláveis são mais indicadas. Se houver espaço, opte também por uma chaise ou poltrona para as horas de estudo ou mesmo para relaxar nas pausas do trabalho, orientam os profissionais.

Ao pensar na disponibilidade de espaço e na distribuição dos móveis, leve em conta também se as instalações elétricas, de voz e dados do local atenderão ao uso, bem como as condições de ventilação e iluminação (foco dirigido, iluminação ambiente e luzes indiretas).

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Veja mais escritórios aqui http://vai.la/6vTf

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Revitalização de espaços – Detroit

Via BimBon, na íntegra

020Detroit concentra um dos espaços mais legais para abrir startups e novas empresas de tecnologia. A maior cidade do estado do Michigan (EUA) concentra investimentos de mais de um bilhão de dólares, que vão muito além de transações nos computadores.

 021   A onda de empreendedorismo ajuda a transformar o espaço físico da cidade, que ao invés de recorrer a novos projetos em grandes edifícios envidraçados, procura reapropriar espaços abandonados de forma criativa.

Esse é o escopo do Dpop, escritório de arquitetura e design de interiores especializado na recuperação de espaços negligenciados do centro de Detroit. Antigos cofres, depósitos e galpões abandonados são transformados em escritórios cool, com o apelo jovem característico das startups.

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A cidade conhecida por suas ruínas arquitetônicas é reinventada e tem a chance de ser experimentada novamente. Combinando produtividade e criatividade, o escritório procura locais, desenvolve o projeto completo, reforma e ajuda na mudança.

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Aliando trabalho e diversão, o ambiente das startups inaugura uma nova tendência no design de interiores de espaços comerciais.

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